COMMUNIS LINGUAE HABEMUS

Afinal a Europa não tem uma língua comum?

Sabendo que quanto melhor for a comunicação, menor a conflitualidade, o partum exercitus da OF, ou seja, os parturientes das ideias, decidiram que podemos melhorar a performance da língua portuguesa, compreendendo a semântica, a riqueza do que dizemos e as adulterações históricas.

É uma questão de negócio (negação do ócio) que há 2000 anos era a excepção e agora é a regra. Uma clara mudança de paradigma social; Continuamos a usar a mesma palavra, agora sem sentido etimológico e somente como atividade quotidiana.


Assim, a visita que fizerem ao nosso website e à nossa comunicação, haverá regularmente um partem opus, ié, um trabalho criativo e cultural na comunicação, quando for oportuno. Aqui fica o repto para que visitem a nossa página que, não estando ainda terminada em termos de conteúdos, especialmente no que respeita à craftpedia, já dá para revelar o nosso novo caminho, ligado à arte da comunicação, seja ela em latim, carvão, sons ou morse.


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